Conjuntos de Relacionamentos

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Conjuntos de Relacionamentos

Precisamos de um mecanismo para a identificação dos vários relacionamentos em um conjunto de relacionamentos.

Seja R um conjunto de relacionamentos envolvendo os conjuntos de entidades E1, E2, …,En

Se R não possui atributo, então o conjunto de atributos:

  • chave_primária(E1) U chave_primária(E2) U … U chave_primária(En) descreve um relacionamento individual do conjunto R.

Se R possui os atributos a1, a2, …, an. , então o conjunto de atributos:

  • chave_primária(E1) U chave_primária(E2) U … U chave_primária(En) U {a1, a2, … , an} descreve um relacionamento em particular do conjunto R.

Portanto:

  • chave_primária(E1) U chave_primária(E2) U … U chave_primária(En) forma uma superchave do conjunto de relacionamentos.

A estrutura da chave primária  para o conjunto de relacionamentos depende do mapeamento da cardinalidade do conjunto de relacionamentos.

 Para relacionamentos binários

Muitos para muitos -> União das chaves primárias de ambos os conjuntos de entidades envolvidos

Muitos para um -> é simplesmente a chave primária do conjunto de entidades que terá apenas um representante nos relacionamentos

um para um -> qualquer uma das chaves primárias pode ser usada

Relacionamentos Ternários

Relacionam 3 ocorrências de entidades. Só é interessante utilizar este tipo de relacionamento quando realmente é obrigatório associar, ao mesmo tempo, um par de entidades com uma terceira. Por exemplo, um empregado que trabalha em um projeto da empresa, necessariamente realiza alguma tarefa neste trabalho. Assim, estes 3 fatos estão sempre relacionados. Quando não ocorre esta obrigatoriedade, recomenda-se o uso da agregação.

A determinação da cardinalidade de um relacionamento ternário é feita questionando um par em relação à terceira entidade envolvida. Por exemplo, um empregado trabalhando em um projeto (par empregado-projeto) realiza de 1 a N tarefas. Logo, a cardinalidade (1,N) é colocada ao lado da entidade Tarefas.

Outros relacionamentos acima de ternários podem ocorrer em um diagrama ER (quaternários, etc), porém são raros e deve-se avaliar cuidadosamente se são realmente necessários. A determinação da cardinalidade é semelhante ao comentado para ternários, ou seja, questiona-se um conjunto de entidades associadas em relação àquela que se deseja determinar a cardinalidade.

Veja mais em http://www.faccat.com.br/dti/bd2.htm