17 Ações que o Psicólogo Não Pode Fazer! Entenda as Proibições Éticas da Profissão com Exemplos Reais
A ética profissional é o alicerce que garante a credibilidade e o respeito à Psicologia. O Art. 2º do Código de Ética delimita 17 ações vedadas aos psicólogos, protegendo tanto quem recebe os serviços quanto a própria profissão. Mas como essas proibições se traduzem no dia a dia?
Neste artigo, você encontrará exemplos concretos de situações que violam as normas éticas, como:
- Usar técnicas psicológicas como forma de castigo;
- Ser conivente com discriminação ou violência;
- Beneficiar-se financeiramente de forma ilícita.
Seja para estudantes, profissionais ou público geral, este conteúdo esclarece os limites da atuação psicológica e reforça por que essas regras existem. Acompanhe os casos e reflita: como garantir uma prática sempre alinhada à dignidade humana?
Art. 2º – Limitações Éticas da Profissão (com exemplos práticos)
a. Negligência/Discriminação
Exemplo: Um psicólogo escolar que ignora repetidas agressões a um aluno com deficiência, sem intervir ou reportar ao conselho tutelar.
b. Induzir Convicções
Exemplo: Durante uma terapia, o profissional sugere que a depressão de um paciente seria “curada” caso ele frequentasse determinada religião.
c. Práticas como Violência
Exemplo: Em uma instituição psiquiátrica, usar isolamento prolongado como “técnica terapêutica” para pacientes agitados.
d. Cumplicidade com Exercício Ilegal
Exemplo: Um psicólogo permite que um assistente sem formação realize atendimentos clínicos em seu consultório.
e. Conivência com Crimes Profissionais
Exemplo: Saber que um colega falsifica laudos de insanidade mental para beneficiar réus em tribunais e não denunciar.
f. Técnicas Não Reconhecidas
Exemplo: Oferecer “terapia por regressão a vidas passadas” como tratamento científico para traumas.
g. Documentos sem Fundamentação
Exemplo: Emitir laudo de incapacidade mental para trabalho sem aplicar testes válidos ou entrevista detalhada.
h. Adulterar Resultados
Exemplo: Alterar manualmente escores de um teste de QI para que um aluno tenha acesso a benefícios educacionais.
i. Autoindução de Clientes
Exemplo: Distribuir panfletos em hospitais prometendo “cura rápida” para ansiedade com suas sessões.
j. Relações que Interferem
Exemplo: Iniciar um relacionamento amoroso com um paciente em processo de divórcio que atende em terapia de casal.
k. Conflito de Interesses em Avaliações
Exemplo: Avaliar um sobrinho para obtenção de porte de arma, omitindo seu histórico de violência doméstica.
l. Desvio de Clientes
Exemplo: Encaminhar pacientes de um CAPS onde trabalha para seu consultório particular cobrando honorários.
m. Concorrência Desleal
Exemplo: Prestar consultoria para duas empresas rivais usando informações confidenciais de uma para beneficiar a outra.
n. Prolongamento Indevido
Exemplo: Manter um paciente em terapia por anos sem reavaliação de objetivos, mesmo após resolução dos sintomas iniciais.
o. Vantagens Financeiras Ilícitas
Exemplo: Cobrar “taxas extras” de famílias vulneráveis para agilizar atendimentos no SUS.
p. Comissão por Encaminhamento
Exemplo: Receber porcentagem de um psiquiatra por cada paciente que lhe encaminhar para tratamento medicamentoso.
q. Exposição Pública
Exemplo: Divulgar em rede social detalhes do caso de um paciente famoso (sem consentimento) para promover seu trabalho.
Conclusão
A Ética como Pilar da Psicologia
Os princípios e proibições do Código de Ética não são meras formalidades – eles representam o compromisso social da Psicologia com a dignidade humana. Como vimos nos exemplos deste artigo, cada vedação do Art. 2º protege:
🔹 Os vulneráveis (contra negligência, discriminação e violência)
🔹 A ciência psicológica (contra técnicas não validadas e fraudes)
🔹 A relação profissional (contra conflitos de interesse e exploração)
Mais do que evitar punições, cumprir essas normas é honrar a essência da profissão: acolher, transformar e emancipar. Como psicólogos ou cidadãos, devemos sempre questionar: nossas ações promovem saúde ou reproduzem opressões?
A ética se constrói no cotidiano – seja numa avaliação, num atendimento ou numa postagem nas redes sociais. Que estes exemplos sirvam de bússola para práticas mais conscientes e humanizadas.
E você? Já vivenciou situações que desafiam esses limites éticos? Compartilhe nos comentários!
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Publicação Criada em: abril 1, 2025
Atualizado em: abril 1, 2025 4:14 pm